quinta-feira, 17 de março de 2011

Convergência digital: mídias integradas

Em 1984, o escritor canadense William Gibson publicou o livro Neuromancer. Nesse livro, em que o autor cunhou o termo ciberespaço, ele descreve uma sociedade que se vê imersa em um mundo tecnológico e utiliza um espaço digital de interação e comunicação entre as pessoas. A ficção daquela época, hoje é fato. O espaço digital descrito por Gibson, a internet, hoje é acessado por 1,5 bilhões de usuários e cresce exponencialmente, tanto em número de servidores quanto em número de pessoas que os acessam.           
Com o crescimento exponencial da busca por informação, as empresas descobriram que integrar diversos serviços de comunicação em um único dispositivo poderia tornar esse aparelho mais atrativo comercialmente. Essa integração de tecnologias e serviços, compartilhando o mesmo meio – a internet –, é o que se chama convergência digital. Acesso à internet pela televisão, uso de telefonia e transmissões de rádio pela internet e até o uso de celulares para assistir TV são alguns exemplos de convergência digital. “Quando se fala de convergência digital, normalmente estamos pensando na integração de tecnologias como computação, telefonia, celular, rádio, televisão, internet etc, e não em um equipamento específico”, destaca João Antônio Zuffo, do Laboratório de Sistemas Integráveis da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).

Aspectos técnicos
O adjetivo “digital” não é suficiente para implementar a convergência. É preciso ter uma largura de banda suficiente para comportar tantos dados trafegando ao mesmo tempo. A largura de banda é uma medida da quantidade de bits por segundo que uma rede pode transmitir. Atualmente, há redes de fibra óptica capazes de transmitir 14 trilhões de bits por segundo. Isso significa aproximadamente 2.660 CDs ou 210 milhões de chamadas telefônicas por segundo. Estima-se, ainda, que essa velocidade esteja triplicando a cada seis meses.
Além da velocidade de transmissão, outro fator que permitiu a convergência de tecnologias digitais foi a adoção de padrões abertos para comunicação, os chamados protocolos. Esses protocolos de comunicação são a base para a internet e estabelecem regras que definem a sintaxe, a semântica e a forma de sincronização dos vários elementos comunicantes. Essas regras podem ser estabelecidas através de software (programas) ou hardware (equipamentos). Assim, todo equipamento ligado à internet adota vários protocolos para se comunicar com diversos outros dispositivos.

Aspectos econômicos
Não se pode negar que, com o advento da convergência digital, um novo paradigma surge também na área econômica. A começar pela forma com a qual novos produtos e serviços serão divulgados e comercializados. Tome-se como exemplo a compra de vídeos e músicas pela internet, além dos e-books ou livros digitais. A compra e o consumo desses produtos ou serviços podem ser feitos de qualquer dispositivo conectado à rede.
Também nasce um novo conceito de marketing com a convergência das tecnologias de comunicação. Nesse novo conceito, não importa somente o que a empresa divulga sobre um produto ou serviço, mas também o que os demais consumidores dizem a respeito. Portanto, isso impulsiona ainda mais a necessidade de inovação, tanto nos produtos como nos serviços que utilizam as tecnologias convergentes.


Aspectos sociais
    Observando a revolução propagada pela convergência digital, Arno Penzias, laureado com o Prêmio Nobel de Física em 1978, afirmou que “a internet ignora os três conceitos básicos da física: o tempo, a massa e o espaço”. Como tudo no mundo digital é representado em bits, a massa, isto é, a quantidade de matéria, deixa de ocupar espaço físico e passa a ocupar o espaço cibernético. A informação deixa de ocupar páginas de livros, revistas ou quaisquer outras publicações para ocupar um lugar no mundo virtual. O tempo também adquire outra conotação. O tempo que se gasta para ter acesso à informação no mundo virtual é relativizado e substituído pela largura de banda necessária para acessar o material.

Atuais passos tecnológicos

    Conforme diz sua própria descrição, esse vídeo mostra o vertiginoso avanço das mídias sociais. Algo muito interessante que ele nos transmite é ao dizer que nós não procuramos a notícia, ela é quem nos procura.

Era este o futuro que esperávamos?

   Em nossos dias tudo que nos vem como notícia está de uma forma ou de outra atrelada à tecnologia e às suas freqüentes inovações, que influenciam o modo de vida de muitas pessoas. O poeta Paul Valéry afirmou que “o futuro não é mais o que costumava ser”. Algumas fontes de estudo afirmam que isso se dá em virtude do acúmulo de tecnologias, e que isso nos tira a visão do que ainda há de vir.
   De fato, muitas outras respostas podem ser formuladas, porém essa que acabamos de citar tem um grande embasamento, isso porque em nossos dias a tecnologia não cessa em crescimento, dando um grande salto em fornecer benefícios a cada um de nós, e principalmente porque, da parte dela, as inovações que surgem no decorrer de nossos dias já não causam tanta admiração o quanto antes. Mas isso da seguinte maneira: acolhemos satisfatoriamente, usufruímos de tais qualidades, mas como conhecedores do estágio a que chegaram os estudos de tecnologia vemos que seus resultados são nada mais do que um fruto da capacidade criativa e eficiente a quem chegaram aqueles que estão continuamente buscando levar sempre mais bens e serviços a toda a população.

By: José Filho

Pessoas felizes tuitam juntas

Psicólogo americano analisou tuítes e chegou à conclusão de que, assim como na vida real, pessoas alegres se relacionam com pessoas felizes.
O psicólogo da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, Johan Bollen, analisou 102 mil tuítes pinçados de um universo de 129 milhões de pessoas nos últimos seis meses, e descobriu que a mesma dinâmica de relações da vida real ocorrem no Twitter.

Segundo o site
New Scientist, o psicólogo chegou à conclusão de que, assim como na vida real, pessoas infelizes também procuram pessoas menos felizes no Twitter. O contrário também acontece: os mais alegres preferem se relacionar com outros indivíduos de bem com a vida.

Bollen não soube explicar o motivo da conexão, mas sugeriu que as emoções expressas, mesmo em curtas mensagens, podem contagiar as pessoas e isso aumentaria ou diminuiria o nível de felicidade dos usuários.  Dessa forma, os internautas mais felizes tendem a receber e enviar mensagens mais alegres.

(Fonte: olhardigital.uol.com/ Imagem:twitbrasil.org)

quarta-feira, 16 de março de 2011

Tecnologias da Nova Mídia


     A humanidade de hoje está dando passos de gigantes em relação com outras épocas passadas. Com a rapidez de novas tecnologias o mundo sempre é modificado e tende a se aprimorar devido a sua necessidade, e até mesmo, para não ficar “ultrapassado”. Mais a vantagens e desvantagens dos novos inventos e inovações tecnológicas, que deverão ser avaliados cuidadosamente antes que algum passo fatal em nossa história seja irreversível. No entanto, conforme a tecnologia avança e as pessoas se acostumam a seus benefícios, ficou muito claro que os avanços proporcionados pela tecnologia de automação de processos e dos computadores trouxeram muito mais benefícios do que malefícios aos seres humanos. Como tudo o mais que o homem cria, a tecnologia também tem o seu lado perverso e negro. Hoje em dia, graças aos mesmos avanços que criaram benefícios e oportunidades inimagináveis, fez com que as pessoas também pudessem ser prejudicadas muito mais facilmente. Nosso avanço tecnológico tornou nossa sociedade escrava dos computadores e é, hoje, impensável gerenciar qualquer empresa ou uma pessoa levar uma vida normal sem que seja preciso dominar ou entender do funcionamento dos aparelhos que a tecnologia criou e colocou em nossos lares.
    
     Diante de tudo isso, sabemos hoje que, as mídias nos oferecem muita informação, que precisamos ter o discernimento para selecioná-las, filtrá-las, e isso se aplicar em nossa vida. Potencialmente, a interatividade é plena e o texto não tem limites. Isto facilita o detalhamento e a análise dos assuntos, como em um jornal ou uma revista. As notícias nos chegam se forma tão rápida e instantânea que na maioria das vezes não damos mais importância a elas.




Autor: Felipe Marques


       OS BENEFÍCIOS DA TELEVISÃO POR SATÉLITE TV DE ALTA DEFINIÇÃO

           Televisão de alta definição, ou HDTV, foi rapidamente modificando exatamente como desfrutarmos de entretenimento dentro do conforto de nossas próprias casas. TV de alta definição é um formato de dados de transmissão de televisão que proporciona melhor, bem como extra excelente resolução que o formato NSTC que estamos acostumados. Falo digitalmente via cabo, satélite ou transmissão sobre o ar. A entrega efectiva digital elimina os resultados de interferências, fantasmas e ruídos garantindo perfeita imagem. Para maximizar as vantagens da TV de alta definição, cada seção dentro da cadeia de transmissão deve empregar artes HD - compatível. Os espectadores podem experimentar som surround total 5,1 por alto-falantes, o uso de amplificadores de home theater. Eles podem muito bem realmente ouvir a diferença. Satélite TV de alta definição aumenta significativamente a qualidade de som e efeito para que os telespectadores adquiram um sentimento de "estar lá".
Várias pessoas conectam seus computadores, laptops, aparelhos de DVD e videocassete para sua HDTV via satélite, porque a melhoria na qualidade da imagem é realmente importante.

                                                                   “Elizângela Martins”

Funcionamento da fibra ótica


                A transmissão da luz pela fibra segue um princípio único, independentemente do material usado ou da aplicação: é lançado um feixe de luz numa extremidade da fibra e, pelas características ópticas do meio (fibra), esse feixe percorre a fibra por meio de reflexões sucessivas.
A fibra possui no mínimo duas camadas: o núcleo e o revestimento. No núcleo, ocorre a transmissão da luz propriamente dita. A transmissão da luz dentro da fibra é possível graças a uma diferença de índice de refração entre o revestimento e o núcleo, sendo que o núcleo possui sempre um índice de refração mais elevado, característica que aliada ao ângulo de incidência do feixe de luz, possibilita o fenômeno da reflexão total.
As fibras óticas são utilizadas como meio de transmissão de ondas electromagnéticas (como a luz) uma vez que são transparentes e podem ser agrupadas em cabos. Estas fibras são feitas de plástico ou de vidro. O vidro é mais utilizado porque absorve menos as ondas electromagnéticas. As ondas electromagnéticas mais utilizadas são as correspondentes à gama da luz infravermelha.
O meio de transmissão por fibra ótica é chamado de "guiado", porque as ondas eletromagnéticas são "guiadas" na fibra, embora o meio transmita ondas omnidirecionais, contrariamente à transmissão "sem-fio", cujo meio é chamado de "não-guiado". Mesmo confinada a um meio físico, a luz transmitida pela fibra ótica proporciona o alcance de taxas de transmissão (velocidades) elevadíssimas, da ordem de dez elevado à nona potência a dez elevado à décima potência, de bits por segundo (cerca de 40Gbps), com baixa taxa de atenuação por quilômetro. Mas a velocidade de transmissão total possível ainda não foi alcançada pelas tecnologias existentes. Como a luz se propaga no interior de um meio físico, sofrendo ainda o fenômeno de reflexão, ela não consegue alcançar a velocidade de propagação no vácuo, que é de 300.000 km/segundo, sendo esta velocidade diminuída consideravelmente.

                                                                Por: Elizângela Martins

O uso das fibras óticas

fonte; g1.com.br

terça-feira, 15 de março de 2011

ciberespaço


As origens da palavra "ciberespaço" já trazem consigo uma idéia do seu significado. Empregado frequentemente nas discussões sobre novas tecnologias, o termo tem sido cada vez mais utilizado na mídia. Muito embora nos interesse aqui o ciberespaço proporcionado pela Internet, a abrangência dessa expressão e do seu significado vai muito além dessa nova mídia, pois, como veremos a seguir, envolve toda infraestrutura das redes telemáticas, bem como as informações e até os seres humanos. O próprio termo surge antes mesmo do advento da Internet propriamente dita.
Esse termo foi criado em 1984 pelo escritor norte-americano Wiliam Gibson no seu livro de ficção científica Neuromance e depois empregado em larga escala pelos criadores e usuários das redes digitais. Para Gibson, o termo designa todo o conjunto de rede de computadores nas quais circulam todo tipo de informação. É o espaço não físico constituído pelas redes digitais. Conforme assinala Lemos, esse conjunto das redes digitais, na obra de Gibson , é povoado pelas mais diferentes tribos. É uma "alucinação consensual", novo espaço gerador da civilização pós-industrial onde os cibernautas vão penetrar.
Para Lévi, o ciberespaço de Gibson tornou a "geografia móvel da informação", normalmente invisível, em algo sensível e como resultado o termo foi logo adotado pelos desenvolvedores e usuários das redes digitais. Mas Lévi tece o seu próprio conceito e passa a chamar o ciberespaço de "rede". O novo espaço de comunicação proporcionado pela interconexão mundial de computadores e das memórias dos computadores


Fonte: http://www.webartigos.com/articles/22537/1/O-que-e-Ciberespaco/pagina1.html#ixzz1Gj5oXJcD



Por: Angelina medeiros

Reportagem com marido e mulher conhecidos via bate-papo na internet

     Vídeo-reportagem da 'Equipe Jornalistas em Ação' apresenta entrevista com casal que após relacionamento virtual mantêm uma harmoniosa vida conjugal.